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Início > Notícias > Notícias 2013 > Visita do CAO à Tapada de Mafra

Felicidade no estado natural, é o que se sente ao ler o relato dos utentes do CAO na sua visita. Obrigada por nos darem conhecimento de como foi. E as fotografias estão a condizer ;)


Partilha via www.facebook.com/CAO.SPEM.Lx:

"Uma só palavra de cada um de nós para definir o dia 30 de Outubro de 2013............
Maria do Rosário "..... FABULOSO "
António Boticas " ...... ESPECTACULAR "
Aníbal Vicente " ...... MUITO BOM "
Cassiano Tolde " ...... FANTÁSTICO "
Margarida " ...... EXTRAORDINÁRIO "
Zé Lourenço, Rosa Carvalho ..... " DELICIOSO " " FENOMENAL "

Vestimos os nossos agasalhos mais quentinhos, convencidos que em Mafra estaria muito frio e lá fomos nos para a Tapada Nacional de Mafra.
Ups... o São Pedro surpreende-nos....

Sol RADIOSO e uma temperatura amena . 

Ao chegarmos já lá estava o Comboio a nossa espera para o circuito da visita, saímos
das nossas cadeiras e sentamos no comboio para dar inicio a viagem . Pelo caminho, curva entre curva, solavanco entre solavanco, escorregadela entre escorregadela, riso entre riso lá fomos vendo a diferente fauna e flora existente nos 819 hectares da Tapada Real.
Entre Sobreiros, Carvalhos, Pinheiros Mansos, Águias, Corujas, Mochos, Gamos, Veados, Corsas, Cervos e Javalis lá fizemos a nossa viagem até ao cimo - maravilhados com tudo aquilo que víamos .

A Guia foi nos indicando os pontos e zonas mais emblemáticas alertando nos para os Chalets Reais, edifícios de museus, zonas de abrigo de caça e torre de vigia.
No fim do circuito ainda nos esperava uma demonstração de Falcoaria, onde podemos observar ao ar livre as habilidades e proezas da Águia Morgana e do Bufo Biju, na companhia do seu treinador.
A barriga começou a dar horas, porque o tempo voo e o almoço chegou. Fizemos o nosso piq-nic na zona de merendas da Tapada.
Entre conversas, brincadeiras e rizadas lá conseguimos almoçar .... e bem......

Para acabar em cheio só faltava o café e algo para nos adoçar a boca, nada melhor do que uma bela de uma Trouxa da Malveira, da terra da Beatriz Costa e da Cristina Ferreira.


Nota: 
Como cidadãos de mobilidade reduzida só houve um senão que com boa a disposição e entreajuda de quem nos acompanhou foi possível ultrapassar e que gostaríamos de enumerar:
1º O Acesso as coragens do comboio, por falta de pontos de apoio para subir;
2º Bancos estreitos e sem barras de apoio que permitissem segurar durante o trajecto;


Agradecemos a todos em especial Dª Lurdes e ao Sr. José Manuel Boticas, pelo apoio prestado e aos colaboradores da Tapada pela forma simpática e prestável com que nos acolheram."

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