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Terapias Complementares: Reiki, meditação e taças tibetanas

By 2021-02-05 No Comments

A meditação, o Reiki e as taças tibetanas como complemento à medicina tradicional. As terapias complementares acolheram um grande interesse por parte do público do Congresso Nacional de EM e mostraram como podem promover a saúde mental e física de qualquer pessoa.

 

Na conversa sobre terapias complementares, no Congresso Nacional de EM 2020, pôde percecionar-se os benefícios da meditação, do Reiki e das taças tibetanas em prol do nosso relaxamento, saúde mental e como complemento à medicina convencional.

Pedro Marinho, pró-diretor de terapias complementares da SPEM, começa por referir uma frase de Nikola Tesla colocando-a como ponto de partida da sua sessão: “se queres descobrir os segredos do Universo, pensa em termos de energia, frequência, e vibração“. 

Neste sentido, Elsa Ferreira falou-nos da sua experiência pessoal, ela que também é portadora de EM há nove anos e certificada em meditação mindfullness. Da sua experiência destaca que o princípio da atividade de meditar pode ser bastante longo, alertando para o facto de que “a pessoa não deve ter logo grandes espectativas“, porém nunca deve deixar de praticar (pelo menos, cinco minutos por dia) e aprender mais sobre a meditação pois, com o tempo e a prática, esta vai potenciar os seus benefícios.

Reiki é uma “energia de amor”

Por sua vez, Jorge Guerra, mestre de Reiki e fortemente motivado pela sua componente no tratamento das emoções, afirma que “não há Reiki sem meditação“.

Jorge refere que a redução de stress e de bloqueios são alguns dos maiores benefícios desta prática (a qual, inclusive, é já reconhecida pela Organização Mundial de Saúde). Sem comprometer qualquer outro tratamento, o Reiki (tal como as taças tibetanas) é implementado em vários hospitais internacionais, sendo os profissionais de saúde formados para a utilização desta terapia.

Segundo o especialista, a transferência de energia no Reiki é tão boa, tão positiva e fortalecedora que, efetivamente, vem melhorar o incómodo, remover obstruções, ajudar na dor e as condições de saúde no seu geral.

“Em Viena, nos cuidados intensivos, já utilizam as taças para ajudar pessoas a lidar com o stress e a recuperar as suas funções respiratórias e cardíacas”
(Ana Guerreiro, formada em terapia de taças tibetanas)

Taças Tibetanas: sons que fazem lembrar o ventre da mãe

Esta sessão terminou ao som de taças tibetanas. Ana Guerreiro, formada pela academia Peter Hess nesta terapia, provou que as taças promovem um som e uma vibração harmoniosa que entram no nosso corpo, podendo, desta forma, ser utilizadas para massagens (colocando a taça em cima do corpo e tocando).

Ao fim de 10 minutos de terapia a respiração fica mais profunda, a tensão arterial baixa, o consumo de oxigénio é reduzido, o colesterol baixa e entramos num estado de relaxamento profundo (onde pode acontecer a “autocura”).

Acontece que, as ondas sonoras propagam-se no ar a 340 metros por segundo e na água a 1500 metros por segundo. Sendo o nosso corpo composto maioritariamente por água, uma taça, quando colocada diretamente no corpo, propagará, assim, a vibração a todos as células.

O Som e a vibração entra nas nossas células e fazem uma reorganização do nosso sistema alinhado com a saúde, sendo que tal também pode ser feito depois de diagnosticada uma doença, um sintoma ou uma dificuldade. Os sons mais graves das taças fazem lembrar os sons do ventre da mãe, despoletando, por isso, uma sensação grande de conforto e harmonia.

Ana Guerreiro destacou ainda o trabalho que está a ser feito em Viena onde, nos cuidados intensivos, já utilizam as taças para ajudar pessoas a lidar com o stress e a recuperar as suas funções respiratórias e cardíacas. Segundo a especialista, esta terapia em conjunto com a medicina convencional regista recuperações mais rápidas.