Nas últimas décadas, um intenso trabalho de investigação tem ampliado a nossa compreensão sobre a Esclerose Múltipla (EM).
A investigação na EM enfrenta muitos desafios, sobretudo pelo facto das causas da doença não serem inteiramente conhecidas. Além disso, os estudos clínicos tornam-se difíceis de realizar por não existir um padrão único para a doença e o seu curso ser, muitas vezes, imprevisível. Outras barreiras ao progresso científico resultam de múltiplos fatores externos como a falta de financiamento ou do excesso de burocracia.
Apesar das dificuldades, os avanços continuam a ser notórios. As equipas de investigação têm realizado espantosas descobertas, nomeadamente no diagnóstico precoce da doença, no tratamento e na definição de hábitos de vida mais favoráveis às Pessoas com EM (PcEM).
A Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) prioriza a investigação e a inovação, reconhecendo-as como peças-chave no tratamento, na recuperação clínica, na procura de uma melhor qualidade de vida e, futuramente, na prevenção da doença.









